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Cicatrizes

8 de dez de 2011.



Quando a aurora passar e o suspiro começar, somente as marcas irão restar.
Nas aventuras de um porvir sem limites, me definho olhando ao além-mar.
A dor é monstruosa e além do meu sentimento, a minha cicatriz não me deixa esquecer.
De um dia que foi parar na minha alma e hoje estanca em meu corpo, sempre a padecer.

Suas emoções me confortam, és parte do que penso em todos os sentidos possíveis.
Quando na aventura de um sonhador, pudesse dizer o que sinto, somente você é quem admiro.
As conseqüências desses sentimentos extrapolam a minh´alma e agora estão impressos em mim.
Como pode ser tão especial para mim em tão pouco tempo? Ó Mi Lady Dark...

Quero saber o que te aflige em todos os sentidos e se puder quero poder compartilhar de sua dor.
Do que sorri e do que esta gostando... De todas as suas angústias e lamúrias.
Quero te sentir em toda a sua plenitude, em todo o seu saber e com todas as suas sombras.
Nas minhas imagens em profunda ilusão, até penso em estar junto de ti, mas o mais importante é o que sinto.

Transcende um mármore e atravessa o meu Ser... Compõe o que sou e figura entre os meus amores.
Tenho receio e medo, sou idiota ao quadrado, mas quando converso contigo me sinto confortado.
Os meus sentimentos agora são correspondidos e esta além de uma simples conversa, na medida do possível sempre te espero.
O que tens para mim, eu não sei, só sei que és tão bela que nem sei o que pensar és parte do meu sonhar.

Donzela da Noite és a minha salvação na escuridão... É você que me salva toda a noite da lamúria do viver.
Doce encanto a sua sapiência e sagacidade admiram-te por ser tão genuína e séria... Tão linda ao resplendor da mocidade...
És Bela por ser autêntica e viver de forma a deixar a hipocrisia de nossos seres não te afetar.
O teu encanto me cativas, sou seu e pode me mandar para o abismo das lamúrias de seu pensamento sem hesitação.



Amot-Te, Mi Lady Dark*


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Devir

30 de nov de 2011.

Eu entendo o que sentes.
Isso parece loucura, mas sei.
Não é desejo e muito menos arrogância.
Apenas sei...

Sei porque sofri com isso.
Não faz muito tempo, inclusive...
Era uma tarde, sentindo o teu cheiro.
A brisa bateu na porta e quando eu vi...
Tinha desaparecido. Medo...

Essa distância fez povoar as minhas memórias.
Precisava saber o que tinha acontecido.
Fui, voltei, liguei e até sonhei... Em vão.
Não tinha nada além de uma seda de cor neve.
Fiquei louco e translúcido... Procurei ajuda.

Ah, se o ontem não me perseguisse.
poderia, quem sabe, viver em paz.
Não tenho gosto pelo que me persegue.
Apenas o meu sentimento... Sei.

Você foi a musa de meus sonhos.
A minha amada... ainda a amo.
Mas se possível, não mexa mais comigo.
Eu acabei com tudo isso por sua causa.


Beijos Minha Amada*


 
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Ao traço de uma memória

2 de ago de 2011.


Não tenho muito a dizer além de minhas próprias memórias, que são um grande desaforo perante aos meus egos. Fujo do determinado para viver na inconstância da vida, permeando em lugares vorazes e escuros por onde sei que o tratamento será de bom agrado. Não faço jus as minhas palavras como pensadores infinitamente mais apessoados do que eu e que não fogem ao simples estardalhar de uma mísera fatia do medo. Traço o paralelo e me perco em viagens, em transe, com as mesmices de um sedentário que quase é mórbido por não saber representar o inegável sentimento da vontade. Tenho dúvidas pertinentes onde rodam as figuras, mas os sentimentos permanecem querendo ao menos um sentimento mais caloroso, ou apenas me perder em minhas próprias memórias as quais nem sei se relevantes as são. Assim como não vejo por onde andar fisicamente, talvez, por medo do medievo. Nem me alcorar de uma situação inóspita que faria com o maior prazer em meus sonhos, sei que não deixa se perder por mero comodismo, mas sim, por apenas achar que é necessário. A consciência pesada como sendo o encalço de um mártir hoje se prevalece em um longo limbo da qual sinto falta perante ao traço relevante que fui...
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